"Conscientizando e Capacitando Cidadãos..."
O QUE É QUEM SOMOS EVENTOS PROJETOS
PÁGINA INICIAL FALE CONOSCO
NA PRESERVAÇÃO:
RESERVAS NATURAIS
RESERVAS MINERAIS
PATRIMÔNIO PÚBLICO
EM DEFESA DE::
NOSSA GENTE
NOSSAS TRADIÇÕES
NOSSA ECONOMIA
NOSSA TECNOLOGIA
NOSSA SEGURANÇA
PARTICIPE:
REDE MECAMOB
ASSOCIE-SE A NÓS
CAUTELA E CALDO DE GALINHA...
Professor Santelmo Xavier Filho
Existe previsão de que até 2020, 25% da população mundial habitará em favelas. Salvo equívoco, em Belo Horizonte, já ultrapassamos a marca de 22%.

Um absurdo, se recordarmos tratar-se a Cidade Jardim de um belíssimo estudo de planejamento urbano.

A explosão demográfica, a ocupação desordenada, o crescimento exagerado do consumismo, a disposição incorreta dos resíduos, a falha gritante dos órgãos fiscalizadores, contribuem para a produção de uma paisagem que enfeia a cidade e a coloca em risco pelas mudanças climáticas.

A carência de educação ambiental contribui para a aceleração do quadro de degradação, pois favelas ou vilas, ou mesmo aglomerados, ocupam áreas de elevado grau de risco, deixando a desejar quanto ao conforto e atendimento aos mínimos requisitos de saúde.

O atendimento é precário quanto aos abastecimentos de água e esgotos, recolhimento dos resíduos, acesso de veículos de emergência, qualidade das edificações destinadas a escolas e postos de saúde, atendimento insuficiente quanto ao transporte, lazer, segurança pública, iluminação das vias, jardinagem, dentre outros.

Portanto, muito feliz a abordagem efetuada pelo editorial do caderno de opinião de O Tempo. Espero que a população se lembre que não basta votar nas próximas eleições. O voto, mais do que nunca, deve refletir a insatisfação com o discurso evasivo do continuísmo. Temos de utilizá-lo para materializar o poder das altas expectativas. Platão, cerca de 400 A.C., já apregoava que a cidade tem de ser feliz por inteiro.

O Governo planeja mal, executa pior ainda, desconhecendo quase que totalmente o controle e as ações corretivas.

A permanecer esta diretriz, caminhamos a passos largos para o caos, pois a poluição trará em seu bojo, epidemias como a SARS, AIDS, Ebola, gripe do frango, dentre outras.

Porém, ainda é tempo de usarmos a máxima de Chico Xavier e mudarmos, para criar um final feliz.

Devemos ainda nos manter atentos, quanto à excessiva ação armamentista de nossa vizinhança. Nosso Governo insiste em não perceber os sinais. Existe uma miopia excessiva por parte das autoridades.

Ainda há pouco, tivemos um lamentável episódio em que fomos todos humilhados pela ação ineficaz de nossas relações exteriores enfraquecidas.

Pior será que o despreparo nos intranqüilize em caso de hipótese de emprego, pois nossas defesas há muito se encontram fragilizadas. Nossa frota naval, terrestre e aérea, se encontra plenamente desatualizada, e não se reconhece o verdadeiro valor de quem realmente se dedica constantemente à manutenção da paz.

Somente permaneceremos como pacificadores neste continente, enquanto pudermos realizar a dissuasão.

Como dizia Ulisses Guimarães, cautela e caldo de galinha, não fazem mal a ninguém. Em segurança ainda prevalece o dito: Prevenir é melhor do que remediar.