"Conscientizando e Capacitando Cidadãos..."
O QUE É QUEM SOMOS EVENTOS PROJETOS
PÁGINA INICIAL FALE CONOSCO
NA PRESERVAÇÃO:
RESERVAS NATURAIS
RESERVAS MINERAIS
PATRIMÔNIO PÚBLICO
EM DEFESA DE::
NOSSA GENTE
NOSSAS TRADIÇÕES
NOSSA ECONOMIA
NOSSA TECNOLOGIA
NOSSA SEGURANÇA
PARTICIPE:
REDE MECAMOB
FAÇA SUA PARTE
END - ESTRATÉGIA NACIONAL DE DEFESA
Decreto Federal nº 6.703, de 18/12/2008
FORMULAÇÃO SISTÉMICA MEDIDAS DE IMPLEMENTAÇÃO
PRINCÍPIOS EIXOS DIRETRIZES ASP.POS./VULNERAB. OPORTUNIDADES HIP.EMPREGO AÇÕES ESTRATÉGICAS
GERAIS MARINHA EXÉRCITO FORÇA AÉREA SET. ESTRATÉGICOS IND.MAT.DEFESA SERVIÇO MILITAR
A Marinha do Brasil: a hierarquia dos objetivos estratégicos e táticos.

1. Na maneira de conceber a relação entre as tarefas estratégicas de negação do uso
    do mar, de controle de áreas marítimas e de projeção de poder, a Marinha do Brasil
    se pautará por um desenvolvimento desigual e conjunto. Se aceitasse dar peso igual
    a todos os três objetivos, seria grande o risco de ser medíocre em todos eles.
    Embora todos mereçam ser cultivados, o serão em determinadas ordem e seqüência.

    A prioridade é assegurar os meios para negar o uso do mar a qualquer concentração
    de forças inimigas que se aproxime do Brasil por via marítima. A negação do uso do
    mar ao inimigo é a que organiza, antes de atendidos quaisquer outros objetivos
    estratégicos, a estratégia de defesa marítima do Brasil. Essa prioridade tem
    implicações para a reconfiguração das forças navais.

    Ao garantir seu poder para negar o uso do mar ao inimigo, precisa o Brasil manter
    a capacidade focada de projeção de poder e criar condições para controlar, no
    grau necessário à defesa e dentro dos limites do direito internacional, as áreas
    marítimas e águas interiores de importância político-estratégica, econômica e militar,
    e também as suas linhas de comunicação marítimas.

    A despeito desta consideração, a projeção de poder se subordina, hierarquicamente,
    à negação do uso do mar.

    A negação do uso do mar, o controle de áreas marítimas e a projeção de poder
    devem ter por foco, sem hierarquização de objetivos e de acordo com as
    circunstâncias:

    (a) defesa pró-ativa das plataformas petrolíferas;

    (b) defesa pró-ativa das instalações navais e portuárias, dos arquipélagos e das
         ilhas oceânicas nas águas jurisdicionais brasileiras;

    (c) prontidão para responder a qualquer ameaça, por Estado ou por forças
         não-convencionais ou criminosas, às vias marítimas de comércio;

    (d) capacidade de participar de operações internacionais de paz, fora do território
         e das águas jurisdicionais brasileiras, sob a égide das Nações Unidas ou de
         organismos multilaterais da região;

    A construção de meios para exercer o controle de áreas marítimas terá como focos
    as áreas estratégicas de acesso marítimo ao Brasil. Duas áreas do litoral continuarão
    a merecer atenção especial, do ponto de vista da necessidade de controlar o
    acesso marítimo ao Brasil: a faixa que vai de Santos a Vitória e a área em torno da
    foz do rio Amazonas.

2. A doutrina do desenvolvimento desigual e conjunto tem implicações para a
    reconfiguração das forças navais. A implicação mais importante é que a Marinha se
    reconstruirá, por etapas, como uma arma balanceada entre o componente
    submarino, o componente de superfície e o componente aeroespacial.

3. Para assegurar o objetivo de negação do uso do mar, o Brasil contará com força
    naval submarina de envergadura, composta de submarinos convencionais e de
    submarinos de propulsão nuclear. O Brasil manterá e desenvolverá sua capacidade
    de projetar e de fabricar tanto submarinos de propulsão convencional como de
    propulsão nuclear. Acelerará os investimentos e as parcerias necessários para
    executar o projeto do submarino de propulsão nuclear. Armará os submarinos,
    convencionais e nucleares, com mísseis e desenvolverá capacitações para projetá-
    los e fabricá-los. Cuidará de ganhar autonomia nas tecnologias cibernéticas que
    guiem os submarinos e seus sistemas de armas e que lhes possibilitem atuar em rede
    com as outras forças navais, terrestres e aéreas.

4. Para assegurar sua capacidade de projeção de poder, a Marinha possuirá, ainda,
    meios de Fuzileiros Navais, em permanente condição de pronto emprego. A
    existência de tais meios é também essencial para a defesa das instalações navais
    e portuárias, dos arquipélagos e ilhas oceânicas nas águas jurisdicionais brasileiras,
    para atuar em operações internacionais de paz, em operações humanitárias,
    em qualquer lugar do mundo.

    Nas vias fluviais, serão fundamentais para assegurar o controle das margens durante
    as operações ribeirinhas. O Corpo de Fuzileiros Navais consolidar-se-á como a força
    de caráter expedicionário por excelência.

5. A força naval de superfície contará tanto com navios de grande porte, capazes de
    operar e de permanecer por longo tempo em alto mar, como de navios de porte
    menor, dedicados a patrulhar o litoral e os principais rios navegáveis brasileiros.
    Requisito para a manutenção de tal esquadra será a capacidade da Força Aérea
    de trabalhar em conjunto com a Aviação Naval para garantir superioridade aérea
    local em caso de conflito armado.

    Entre os navios de alto mar, a Marinha dedicará especial atenção ao projeto e à
    fabricação de navios de propósitos múltiplos que possam, também, servir como
    navios-aeródromos. Serão preferidos aos navios-aeródromos convencionais e de
    dedicação exclusiva.

    A Marinha contará, também, com embarcações de combate, de transporte e de
    patrulha, oceânicas, litorâneas e fluviais. Serão concebidas e fabricadas de acordo
    com a mesma preocupação de versatilidade funcional que orientará a construção
    das belonaves de alto mar.

    A Marinha adensará sua presença nas vias navegáveis das duas grandes bacias
    fluviais, a do Amazonas e a do Paraguai-Paraná, empregando tanto navios-patrulha
    como navios-transporte, ambos guarnecidos por helicópteros, adaptados ao regime
    das águas.

    A presença da Marinha nas bacias fluviais será facilitada pela dedicação do País à
    inauguração de um paradigma multimodal de transporte. Esse paradigma contempla-
    rá a construção das hidrovias do Paraná-Tietê, do Madeira, do Tocantins-Araguaia e
    do Tapajós-Teles Pires. As barragens serão, quando possível, providas de eclusas,
    de modo a assegurar franca navegabilidade às hidrovias.

6. O monitoramento da superfície do mar a partir do espaço deverá integrar o
    repertório de práticas e capacitações operacionais da Marinha.

    A partir dele as forças navais, submarinas e de superfície terão fortalecidas suas
    capacidades de atuar em rede com as forças terrestre e aérea.

7. A constituição de uma força e de uma estratégia navais que integrem os
    componentes submarino, de superfície e aéreo, permitirá realçar a flexibilidade com
    que se resguarda o objetivo prioritário da estratégia de segurança marítima:
    a dissuasão com a negação do uso do mar ao inimigo que se aproxime, por meio do
    mar, do Brasil.

    Em amplo espectro de circunstâncias de combate, sobretudo quando a força inimiga
    for muito mais poderosa, a força de superfície será concebida e operada como
    reserva tática ou estratégica. Preferencialmente e sempre que a situação tática
    permitir, a força de superfície será engajada no conflito depois do emprego inicial
    da força submarina, que atuará de maneira coordenada com os veículos espaciais
    (para efeito de monitoramento) e com meios aéreos (para efeito de fogo focado).

    Esse desdobramento do combate em etapas sucessivas, sob a responsabilidade de
    contingentes distintos, permitirá, na guerra naval, a agilização da alternância entre
    a concentração e a desconcentração de forças e o aprofundamento da flexibilidade
    a serviço da surpresa.

8. Um dos elos entre a etapa preliminar do embate, sob a responsabilidade da força
    submarina e de suas contrapartes espacial e aérea, e a etapa subseqüente,
    conduzida com o pleno engajamento da força naval de superfície, será a Aviação
    Naval, embarcada em navios.

    A Marinha trabalhará com a indústria nacional de material de defesa para desenvol-
    ver um avião versátil, de defesa e ataque, que maximize o potencial aéreo defensivo
    e ofensivo da Força Naval.

9. A Marinha iniciará os estudos e preparativos para estabelecer, em lugar próprio,
    o mais próximo possível da foz do rio Amazonas, uma base naval de uso múltiplo,
    comparável, na abrangência e na densidade de seus meios, à Base Naval do
    Rio de Janeiro.

10. A Marinha acelerará o trabalho de instalação de suas bases de submarinos,
      convencionais e de propulsão nuclear.

SISTEMA NACIONAL DE MOBILIZAÇÃO - SINAMOB
Lei 11.631/2007   /   Dec 6.592/2008
ÓRGÃO CENTRAL
Ministério da Defesa - responsável pela orientação, supervisão e condução das atividades de Mobilização.
ÓRGÃOS DE DIREÇÃO SETORIAL
formam o colegiado deliberativo responsável pelo planejamento, coordenação e articulação das atividades em suas áreas de competência, organizados nos seguintes subsistemas setoriais:
MOBILIZAÇÃO SOCIAL
Min. do Planejamento - direção
Min. do Desenvolvimento Social
Min. das Cidades
Min. da Cultura
Min. da Educação
Min. do Esporte
Min. do Meio Ambiente
Min. da Previdência
Min. da Saúde
Min. do Trabalho
Min. do Turismo
MOBILIZAÇÃO CIENTÍFICO-TECNOLÓGICA
Min. da Ciência e Tecnologia - direção
MOBILIZAÇÃO ECONÔMICA
Min. da Fazenda - direção
Min. da Agricultura
Min. das Comunicações
Min. do Des. Agrário
Min. do Des. Indústria e Comércio
Min. das Minas e Energia
Min. dos Transportes
MOBILIZAÇÃO POLÍTICA
Casa Civil - área interna
Min. das Relações Exteriores
MOBILIZAÇÃO DE DEFESA CIVIL
Min. da Integração Nacional - direção
MOBILIZAÇÃO PSICOLÓGICA
Sec. Comunicação Social - direção
MOBILIZAÇÃO DE SEGURANÇA
Min. da Justiça - direção
MOBILIZAÇÃO DE INTELIGÊNCIA
Gab. Seg. Institucional - direção
MOBILIZAÇÃO MILITAR
Min. da Defesa - direção
Sede Administrativa: Rua Javari, nº 700 - bairro Renascença - Belo Horizonte/MG - cep 31.130-540     Tel: 31 3422.9769